188. Viagem ao Uruguai (Parte I)

Ok, senhoras e senhores, apesar de eu ter dito no último post que este próximo seria sobre games (e eu ainda vou escrever sobre isso), este será sobre a minha viagem ao Uruguai no mês passado. Vi tanta coisa bonita nos cinco dias que eu passei por lá, que eu não posso deixar de colocar aqui.

Bom, quem me conhece sabe que eu adoro o Uruguai. E quem me conhece mais ainda sabe que eu tenho o sonho de morar por lá. E foi justamente para tentar organizar algumas coisas que eu fiz essa viagem: Ver o ritmo de vida dos uruguaios, como é a educação, se eu posso ou não trabalhar, se eu posso ou não fazer mestrado e por aí vai… Neste primeiro texto vou escrever sobre Colônia de Sacramento. Nos próximos, falarei mais sobre a capital uruguaia.

Cheguei em Montevidéu no dia 20/07, um sábado, perto do meio-dia. Almocei pelo aeroporto, fui até a rodoviária e peguei um ônibus direto para Colônia de Sacramento. A viagem de Montevidéu até Colônia dura cerca de 2 horas, custa cerca de R$ 30,00 e têm várias linhas que fazem o trajeto em vários horários do dia. Mesmo no fim de semana, o que é uma beleza. No caminho, a paisagem abandona o urbano de Montevidéu para passar por diversas fazendas, principalmente de criação de gado e ovelha. Há pedágios, mas a estrada é bem tranquila e sem buracos. Ou seja, há um retorno do dinheiro investido pelos motoristas.

Cheguei em Colônia de tardezinha, em um frio desgraçado, mas que não me impediu de sair para conhecer a cidade à noite: o que se resume em restaurantes bem movimentados e as luzes de luminárias antigas que decoram as ruas da cidade.

No domingo pela manhã saí mais uma vez pela cidade. O sol iluminando as ruas no começo do dia é um espetáculo à parte. Visitei boa parte do centro histórico e vi a arquitetura que mistura os elementos portugueses e espanhóis. Incrível como eles gostam de pintar mapas e imagens de santos em azulejos. Visitei ainda o farol (com arquitetura bem peculiar), a famosa Calle de los Suspiros e a Plaza de Toros, onde os espanhóis faziam touradas no começo do século passado. Aliás, a plaza é o ponto mais longe da cidade. Para quem não estiver a fim de caminhar ou estiver com pouco tempo disponível (o que era o meu caso) vale a pena pegar um táxi (ida e volta sai em torno de R$ 30,00). No restante, dá para se conhecer tudo à pé.






Perto do meio-dia peguei um ônibus de volta para Montevidéu, onde fiquei até quinta pela manhã. E sobre isso eu conto no próximo post.

Publicado em 3 de agosto de 2013, em Fotografia, Geografia, Viagem. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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