181. Bonito (Parte I)

Ahhhh, Mato Grosso do Sul. Terra do Pantanal, dos grandes latifundiários, dos índios de Hilux e do sertanejo universitário. Cheguei ontem aqui em Bonito para conhecer a cidade que me atraía desde os meus 13 anos de idade e que teve uma forte influência na escolha da minha profissão, afinal, foi depois de ver uma entrevista com um geógrafo da cidade no extinto “Mochilão MTV” que eu optei pela Geografia.

Para começar, uma situação desagradável. Enquanto eu chegava em Bonito (MS) a minha mala ficou parada em Campinas (SP). Não sei se foi falha da Azul ou da Infraero, só sei que a mala chegou aqui na pousada hoje pela tarde. Mais de 24 horas depois do voo. E fica a pergunta: “Imagina na Copa?”…

Ontem mesmo não fiz muita coisa. Apenas conheci a praça da cidade (famosa pelo chafariz das piraputangas) e jantei no Restaurante Santa Esmeralda – uma tábua de peixes tão grande que deixei muita coisa na mesa e o típico caldo de piranha, que é muito bom por sinal.

Praça de Bonito

Praça de Bonito

Hoje pela manhã comecei de fato os passeios nos pontos turísticos. Primeiro foi nas Grutas de São Miguel e depois na Gruta do Lago Azul. Os dois lugares são incríveis. Cavernas cheias de estalactites, estalagmites e coraloides (espécie de coral que surge nas rochas). A vista que se tem é impressionante, mas para chegar exige um esforço físico enorme além de um calçado que não escorregue muito, pois um tombo num lugar desses pode estragar o passeio de qualquer um.

Gruta de São Miguel

Gruta de São Miguel

Gruta de São Miguel

Gruta de São Miguel: Os coralóides

Gruta de São Miguel: Os coralóides

Gruta do Lago Azul

Gruta do Lago Azul

Gruta do Lago Azul: o Buda de costas

Gruta do Lago Azul: o Buda de costas

Gruta do Lago Azul: o leão

Gruta do Lago Azul: o leão

Gruta do Lago Azul

Gruta do Lago Azul

Pela tarde fomos no Hotel Cabanas, onde teve o passeio de bóia cross e arvorismo. Bom, além de não saber nadar eu tenho que reconhecer que sou extremamente cagão para água, mas encarei meu medo e fui no bóia cross. Bebi bastante água do rio Formoso, mas foi divertido. No arvorismo é difícil se manter equilibrado nos desafios, mas a altura me deixou bem mais a vontade do que a água. E as tirolesas no final foram as melhores partes.

Pássaro

Pássaro

Dona Ema chegando do masinho

Dona Ema chegando do mansinho

Tatu defendendo seu território

Tatu defendendo seu território

Bóia Cross

Bóia Cross

Bóia Cross

Bóia Cross

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Arvorismo

Bom, por hoje é isso. Vou encerrando por aqui porque a fome tá batendo e eu quero jantar. Mas amanhã tem mais (se eu tiver força para digitar, é claro…)

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Publicado em 25 de janeiro de 2013, em Geografia, Viagem. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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