147. Sobre o Uruguai (Parte III – e final)

O terceiro (e último) dia no Uruguai foi sem dúvida o mais cansativo de todos. Caminhei tanto que não consigo colocar os pés no chão sem sentir dor. Mas também foi gratificante, pois conheci um dos principais locais que queria conhecer na cidade: O Estádio Centenário. Mas já chego lá…

Primeiramente saí do hotel em direção às ramblas, que são as avenidas situadas jutos ao rio da Prata. Percorri um bom caminho com fone de ouvido ao som de Enanitos Verdes (argentinos, eu sei, mas era a única coisa em espanhol que tinha no momento). Tudo é muito organizado. A parte de passeio é divida em duas, uma só para pedestres e outra só para ciclistas. Eu só percebi isso quando as pessoas me olhavam com cara feia, como se eu estivesse fazendo algo errado. E estava. Estava caminhando na parte destinada às bicicletas.

Rambla / Rio de la Plata

Rambla / Rio de la Plata

Rambla / Rio de la Plata

Rambla / Rio de la Plata

Rambla / Rio de la Plata

No caminho passei na frente da Secretaria do Mercosul, o Memorial do Holocausto (que não passa de um monte de rochas) e fui até o Castillo Pittamiglio, um edifício pequeno, mas muito bonito na cidade.

Secretaria do Mercosul

Memorial del Holocausto del Pueblo Judio

Faro Punta Carretas

Castillo Pittamiglio

Saindo das ramblas, segui pela avenida Brasil até o Estádio Centenário, utilizado pela seleção uruguaia. Pena que não consegui ver nenhum jogador para autografar a minha camisa, mas a visita à arquibancada e ao museu do futebol valeram a pena.

Estádio Centenário

Estádio Centenário

Saindo do Centenário, vim para a avenida 18 de Julio, que inicia no obelisco em frente ao parque do estádio, procurando um local para almoçar. Nisso já era uma hora da tarde e eu sem nada no estômago, até que entrei no Gran Sportman e pedi um entrecot. Estava com tanta fome que devorei aquele pedaço de carne em poucos minutos.

Obelisco

Em seguida, entre na rua Tristan Narvaja, um rua bem simpática com uma média de duas livrarias por quadra. Só não comprei nada porque não sei ler em espanhol. E o último ponto visitado foi o Espacio de Arte Contemporáneo, que funciona onde antigamente era um presídio.

Calle Tristan Narvaja

Espacio de Arte Contemporáneo

No fim da tarde, enquato descansava no hotel, recebi uma pequena garrafa de vinho de presente da gerência pelo meu aniversário. Sério, se alguém que estiver lendo isso pensa em vir para Montevidéu, fique no Hotel Balmoral. O serviço é simplesmente excelente.

Presente do Hotel Balmoral

Enfim, vou sentir saudades do Uruguai, mas com certeza vou querer voltar aqui outras vezes. Me senti muito bem em Montevidéu, achei a cidade muito segura, coisa que não se vê no Brasil. E sem falar que é legal ouvir eles se chingando com a expressão “hijo de p*ta”…

No mais era isso. Estou no terminal rodoviário de Tres Cruces agora, esperando o ônibus de volta para Porto Alegre, e já estou com saudades deste país.

Publicado em 14 de novembro de 2011, em Cotidiano, Fotografia, Geografia, Viagem. Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Eu dei uma volta pelo Uruguai alguns anos atrás. é realmente muito bacana.🙂
    E não tem como ir lá sem tirar foto dos “dedinhos”.

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