137. Harry Potter: O fim da série

Ok, eu tenho que admitir que não sou fã de Harry Potter desde os primeiros filmes. Na verdade foi só em 2005, alguns meses antes da estreia de “O Cálice de Fogo” que eu resolvi dar uma chance ao bruxo, mas na literatura. Comprei o primeiro livro e não parei mais. Assisti aos filmes, fui comprando ou ganhando os outros livros e depois de um tempinho lá estava eu… comprando ingresso antecipado para a primeira sessão do filme que traria o Torneio Tribruxo às telas. [Ignorando a sessão da meia-noite, claro, pois não sou tão louco assim].

Seis anos e quatro filmes depois, “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2” chega aos cinemas contando o final da saga do ‘menino que sobreviveu’ e que enfrentou ‘Você-Sabe-Quem’.


Além de toda a ação que quem leu o livro espera encontrar, o último filme possui um clima totalmente nostálgico. Não digo isso somente por causa do epílogo [parte que eu achei bem ruim, diga-se de passagem]. Mas a nostalgia que me refiro é que muitos elementos dos primeiros filmes que passaram despercebidos das últimas produções reapareceram.

Os quadros que se movimentam, as menções às casas de Grifinória, Sonserina e Corvinal [só as três, até porque a Lufa-Lufa é totalmente dispensável], alguns personagens que nunca mais tinham aparecido, os sapos de chocolate, a plataforma 9 3/4. É tanta coisa que não dá para escrever tudo aqui porque tira a graça da coisa, mas enfim, os fãs mais antigos vão gostar, com certeza.

A trilha sonora é fantástica. O clima é tão tenso e a música combina tão bem que consegue deixar o espectador apreensivo, emocionado, tenso, etc. Enfim, a parte técnica está de parabéns. Minha crítica é, na verdade, em relação ao 3D. Eu sinceramente só consegui observar o efeito em poucas cenas. Não sei se isso é uma característica do filme ou do cinema [Bourbon Country].

O roteiro conseguiu trazer as melhores partes da literatura para a tela, mas quem não leu o livro talvez não entenda certas coisas e fique pensando “Bah, que objeto é esse e como ele foi parar aí?”… A cena que eu mais esperava [a última do Snape] é, na minha opinião, a melhor do filme. Apesar de trocarem o local, ela ficou excelente.

A saga no cinema chegou ao fim. Saber que não teremos mais partidas de quadribol ou visitas a Hogsmead com certeza provoca uma sensação estranha e um nó na garganta.😦

Publicado em 23 de julho de 2011, em Cinema. Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Oiie!
    É claro que mesmo depois de muito tempo longe, tive que aparecer para comentar sobre o teu texto sobre o filme.
    Não vi em 3D, mas foi em um cinema tão podre que isso eu vou deixar passar.. Vamos ao filme.
    Conheci o Harry em 2001 quando foi lançado o primeiro filme, desde então acompanhei os livros e os filmes também. Confesso que gostei muito mais da parte I do que da II, mas foi um filme muito bom, comecei a chorar logo quando o Harry volta pro castelo, a minha parte favorita foi de longe o capítulo 33. Esperava mais da luta final (mas nem tudo é perfeito), e odiei o epílogo, ficou podre!
    Saí do cinema muito triste, pois grande fã como sou, vi que a história que acompanho a mais de 10 anos acabou. Vou sentir saudades.

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