132. Thor

De uns tempos pra cá eu comecei a ir ao cinema sem ter grandes expectativas em relação ao filme. Teve uma época em que eu endoidava semanas antes da estreia, mas agora não. “Thor”, por exemplo, eu só decidi assistir na semana passada, depois de já não ser tão novidade nos cinemas.

Pois bem, não sei se foi a falta de expectiva ou o quê, mas achei o filme bem meia-boca para a mídia que vem recebendo. Tá, eu sei que ele serve apenas de prelúdio para o tão aguardado filme dos Vingadores, mas mesmo assim não achei tão impressionante como parecia ser.

O 3D foi bem fraco. Até o último “Resident Evil” me deixou mais impressionado com a nova tecnologia do que o deus do trovão. O roteiro segue a linha de um clássico filme de super-heróis: um cara boa pinta, se apaixona por uma guria, mas antes de ficar com ela precisa derrotar o vilão que quer destruir o universo.

E por falar em vilão, tenho minhas críticas a ele também, mas como não quero estragar a surpresa de quem ainda não viu o filme e por ventura está lendo este texto, é só selecionar o resto do parágrafo para ler meus comentários. O Loki é bacana, acho que vai ser um bom vilão para os Vingadores, mas por enquanto a participação dele se resume a: “Eu sou adotado e meu pai não gosta muito de mim, então pra me sentir melhor eu vou causar uma guerra entre os mundos”. Menos, né?…

O ponto do alto filme, na minha opinião, foram as tiradas irônicas da estudante Darcy, companheira de Jane Foster, que leva a vida acadêmica para a tela. Quando ela diz que não vai arriscar a vida por causa de seis créditos na faculdade eu não parava de rir. Eitcha vida de bolsista…

Enfim, não saí totalmente decepcionado da sala porque sei que tem mais Thor no filme dos Vingadores. Mas fico preocupado com essa estratégia de lançar vários filmes de personagens diferentes para servir de base para outro filme. E quando o mundo inteiro está mega empolgado para ver o grupo de heróis, a coisa toda pode acabar sendo um grande abacaxi.

Ps.: Não sei porquê, mas a cena da luta com o Destruidor me lembrou “O Dia em Que a Terra Parou”. Credo!

Publicado em 9 de maio de 2011, em Cinema. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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