104. Sobre Lars von Trier e filmes sem sentido

Neste fim de semana assisti ao meu segundo filme do Lars von Trier e continuo sem saber porque a classe [que se diz] intelectual faz tanta badalação em cima de suas obras. Ah, não estou contando nesta lista “Dançando no Escuro”, pois deste filme eu só assisti um trecho que foi insuficiente para formar uma opinião.

Em “Dogville” (Dogville, 2003) ele roubou três horas da minha vida para apresentar um roteiro sem pé nem cabeça em um filme com uma total ausência de cenários. E se tem uma coisa que me chama atenção nos filmes, é o cenário. Sério, nada em toda a história do cinema foi mais estúpido do que a Nicole Kidman podando arbustos imaginários.

Em “Anticristo” (Antichrist, 2009) ser diferente. A história de luto um casal tentando superar a morte do único filho tinha tudo para ser boa, mas o excesso de cenas [desnecessárias] de sexo só serviu para deixar o filme apelativo e tentar causar polêmica sem nenhuma justificativa para isso. O único ponto positivo que destaco é a cena inicial, onde a parte técnica surpreende em mostrar o fato que define o rumo dos dois personagens principais. A partir daí o roteiro vai decaindo e o filme se torna totalmente esquecível.

Publicado em 21 de março de 2010, em Cinema. Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Não assisti Anticristo, mas Dogville eu achei beeem bacana! Inclusive a falta de cenários me deu a impressaõ de realçar as personalidades apresentadas – todas doentias, por sinal. Veria de novo. Tem o Paul Bettany! 😛

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