40. Um monte de coisa sobre música (Parte I)

Recentemente tenho baixado e escutado muita música diferente. Quase dois discos por semana. Mas só agora resolvi postar aqui no blog o meu comentário sobre o que eu ando ouvindo ultimamente. Acontece que até agora eu já tenho 15 discos para comentar e se eu fosse fazer isso tudo de uma vez eu iria morrer escrevendo. Por isso decidi dividir em mais de um post, todos com textos bem curtos. Aqui vai o primeiro, o segundo deverá vir no feriadão, quando eu tiver mais tempo para escrever – e ouvir.

Sepultura (A-Lex):

De acordo com a banda, todo o disco foi inspirado no personagem Alex Delarge, do filme/livro “Laranja Mecânica”. Bom, é gritaria e som pesado do começo ao fim. Tem até uma versão metal para a ópera de Van Gogh. Se eu que sou bem chato com discos de metal pesado gostei, então é porque deve ser bom.

The Killers (Day and Age):

Sou suspeito pra falar, The Killers é uma das minhas bandas favoritas. Mesmo assim tenho que admitir que esperava mais do disco. No geral é bom, mas algumas músicas – principalmente Joyride – parecem um tipo de brega dos anos 80. Não sei muito bem como esplicar. Mas Human e Spaceman conseguem cobrir essas falhas. E A Dustland Fairytale surpreende, quando pensei que seria uma música fraquinha, ela fica ótima no refrão.

Mallu Magalhães (Coletânea com 28 singles):

Confesso que até agora não entendi porque estão falando tão bem dessa menina. Letras infantis, mal tocadas e uma voz que enjoa na terceira faixa (podem me criticar) são as características básicas. Das 28 músicas que eu ouvi, só salvei 2 – Vanguart – que já não é lá grande coisa e J1.

Little Joy (Little Joy):

Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Fabrizio Moretti (The Strokes) e a estadunidense Binki Shapiro formam uma banda que é tudo aquilo que a Mallu Magalhães tenta ser e não consegue. Um rock n’ blues sensacional e viciante. Destaque para Brand New Start e Don’t Watch Me Dancing.

James Morrison (Songs For You, Truth For Me):

Pois é, eu tenho as minhas quedas pelas músicas românticas. Baixei esse disco só por causa do hit Broken Strings, mas acabei adorando todas as outras músicas, em especial a pop Please Don’t Stop The Rain.

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Publicado em 18 de fevereiro de 2009, em Música. Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Realmente são muito bons os CDs, exceto o do Sepultura, barulho demais até pro meu eclético gosto.

    Não sei se tu vais gostar, mas Beirut – March Of The Zapotc é muito bom também.

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