158. Millennium: Os Homens Que Não Amavam As Mulheres

Já faz algumas semanas que eu assisti a adaptação estadunidense do livro de Stieg Larsson, a primeira parte da Trologia Millennium (“Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”), que nada mais é do que uma cópia descarada da adaptação sueca. A minha demora para postar algo a respeito aqui no blog se deve ao fato de que eu ainda não tinha terminado de ler o livro, e finalizar a leitura seria bom para poder comparar os dois filmes. Pois bem, agora com o livro lido e os dois filmes assistidos, eu reafirmo minha preferência pela versão original. Pra começar porque eu sou muito resistente à adaptações de outros filmes.

Já tinha um pouco de pré-conceito em relação ao filme de David Fincher e as minhas suspeitas se concretizaram quando fui obrigado a assistir Lisbeth Salander comendo vários McLanches Felizes. No livro há apenas uma menção de que ela faz um lanche rápido no McDonalds, mas não diz que é um McLanche Feliz, até porque feliz é uma coisa que a Lisbeth não é. E isso ficou completamente estranho em comparação com as características da personagem. Fiquei esperando que a qualquer momento ela fosse aparecer brincando com um bonequinho dos Smurfs…

Fora isso, não sei explicar muito bem os motivos de não ter gostado. A trilha sonora é boa, a cena de abertura é espetacular (já havia falado sobre isso no Facebook antes), mas ainda assim, a história ficou americanizada demais, embora ainda se passe na Suécia. Mas levando em consideração de que a trama toda é muito bem escrita e organizada, eu sugiro:

1. Leia o livro e depois assista ao filme original.
2. Tá com preguiça de ler o livro? Então assista ao filme original.
3. Tu não acha o filme original em canto nenhum? Aqui tem! Mas corre antes que a S.O.P.A delete.
4. Tua internet é lenta pra baixar o filme? Então assista o estadunidense…

E aproveitando o embalo, já que eu falei que sou contra regravações de filmes que não são dos EUA: Hollywood, por favor, não façam um novo filme do “Akira”. O japonês é muito bom e eu tenho certeza que vocês iriam estragar tudo mais uma vez…

 Glen Hansard  & Marketa Irglova
“When Your Mind Is Made Up”

157. Desafio 100 Filmes

Imitando descaradamente a Ana Paula, que criou a sua lista do Desafio 100 filmes, segue agora a minha lista. Tentei não repetir várias vezes os mesmos títulos, mas como os senhores e as senhoras podem perceber, eu não fui muito bem sucedido… Continue lendo

156. 2011 em filmes

Seguindo a tradição sem sentido, segue os dez filmes que eu mais gostei de assitir no ano que passou. Sem muito “blá blá blá”, até porque eu já falei sobre a maioria deles aqui no blog. Continue lendo

155. 2011 em fotos

Há aproximadamente um ano atrás eu postei aqui no blog uma série de 20 fotografias que eu tirei ao longo de 2010. Pois bem, um ano se passou e muita coisa aconteceu de lá para cá. Eu me formei, troquei de emprego (comecei a lecionar), vi de perto um dos maiores ícones do rock e fiz minha primeira viagem internacional.

Tudo isso com certeza rende mais um tópico com outras 20 imagens. Confesso que foi difícil selecionar apenas 20, mas enfim, lá vai. Continue lendo

154. Feliz 2012!

Essa Mafalda sempre sabe das coisas…

Feliz ano novo para todo mundo e, se o mundo resistir até o fim de 2012, que o ano seja de realizações e felicidades para todos nós. Abraços.

153. Missão: Impossível – Protocolo Fantasma

Mais de quatro anos após o lançamento do último Bourne e quase três anos desde o último 007. Já estava na hora de algum filme de espionagem e conspirações governamentais envolvendo os Estados Unidos e qualquer outro país roteiristicamente menos importante dar as caras nos cinemas. Pois bem, ao que tudo indica, “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” parece ter suprido esta necessidade.

Eis que Ethan Hunt está de volta à tona. Tentando solucionar um caso que poderia levar à uma nova Guerra Fria e uma guerra nuclear mundial, tendo como protagonistas os estadunidenses e, óbvio, os russos. A questão é que agora ele e sua equipe não possuem mais apoio do governo yankee, tendo que se virar por conta própria.

Ambientado principalmente em Moscou, Dubai e Bombaim, o filme tem cenas de ação pra lá de fantásticas, fazendo jus ao título de “missão impossível”, com destaque para a escalada do prédio Burj só com uma luva de fita dupla-face (ok, exagerei nessa) e para a perseguição na tempestade de areia. Se o objetivo de filme era nos impressionar com a ação, então, missão cumprida.

Ah! E antes que venha algum engraçadinho aqui dizer que eu falei como eram as cenas e blá blá blá, fiquem sabendo que elas já aparecem no trailer, tá bom? ;)

152. Rocky Morano

Senhoras e senhores. Com vocês, o vídeo gravado pelo alunos Aleino, Guilherme e Pedro, da turma 202 do CADOP para um trabalho de inglês. Com a participação especial deste que vos escreve. ;)

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