Já faz algumas semanas que eu assisti a adaptação estadunidense do livro de Stieg Larsson, a primeira parte da Trologia Millennium (“Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”), que nada mais é do que uma cópia descarada da adaptação sueca. A minha demora para postar algo a respeito aqui no blog se deve ao fato de que eu ainda não tinha terminado de ler o livro, e finalizar a leitura seria bom para poder comparar os dois filmes. Pois bem, agora com o livro lido e os dois filmes assistidos, eu reafirmo minha preferência pela versão original. Pra começar porque eu sou muito resistente à adaptações de outros filmes.

Já tinha um pouco de pré-conceito em relação ao filme de David Fincher e as minhas suspeitas se concretizaram quando fui obrigado a assistir Lisbeth Salander comendo vários McLanches Felizes. No livro há apenas uma menção de que ela faz um lanche rápido no McDonalds, mas não diz que é um McLanche Feliz, até porque feliz é uma coisa que a Lisbeth não é. E isso ficou completamente estranho em comparação com as características da personagem. Fiquei esperando que a qualquer momento ela fosse aparecer brincando com um bonequinho dos Smurfs…
Fora isso, não sei explicar muito bem os motivos de não ter gostado. A trilha sonora é boa, a cena de abertura é espetacular (já havia falado sobre isso no Facebook antes), mas ainda assim, a história ficou americanizada demais, embora ainda se passe na Suécia. Mas levando em consideração de que a trama toda é muito bem escrita e organizada, eu sugiro:
1. Leia o livro e depois assista ao filme original.
2. Tá com preguiça de ler o livro? Então assista ao filme original.
3. Tu não acha o filme original em canto nenhum? Aqui tem! Mas corre antes que a S.O.P.A delete.
4. Tua internet é lenta pra baixar o filme? Então assista o estadunidense…
E aproveitando o embalo, já que eu falei que sou contra regravações de filmes que não são dos EUA: Hollywood, por favor, não façam um novo filme do “Akira”. O japonês é muito bom e eu tenho certeza que vocês iriam estragar tudo mais uma vez…
Glen Hansard & Marketa Irglova
Imitando descaradamente a 
